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Aqui você se informa sobre Biblioteconomia e Ciência da Informação.

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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Aplicativos levam leitura dinâmica à era digital


A leitura dinâmica surgiu há mais de meio século, mas novos aplicativos estão trazendo a técnica à era digital, ajudando usuários a ler livros mais rápido.
O ReadMe!, novo aplicativo para iPhones, permite aos usuários controlar o ritmo da leitura de 50 para 1 mil palavras por minuto.
"É sobre ser capaz de ler um livro como 'Harry Potter' em uma hora e meia e ainda assim ter a completa compreensão", disse Pierre DiAvisoo, que criou o aplicativo com sede em Boras, na Suécia.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Concurso público da Marinha abre 59 vagas de nível superior (1 vaga para bibliotecário)



A Marinha do Brasil abriu concurso publico para o provimento de 59 vagas de nível superior para o Quadro Técnico do Corpo Auxiliar.

As vagas são para bacharéis/licenciados nas seguintes profissões: Administração (3); Arqueologia (1); Arquivologia e Gestão de Documentos (1); Biblioteconomia (1); Ciências Contábeis (2); Ciências Econômicas (1); Comunicação Social (3); Desenho Industrial (1 ); Direito (10); Educação Física (2); Estatística (2); Física (3); Informática (12); Meteorologia (2); Museologia (1); Pedagogia (4); Psicologia (1); Serviço Social (3); Segurança do Tráfego Aquaviário (6).

32° Painel Biblioteconomia em SC




Submissão de trabalhos
Está aberta a submissão de trabalhos para o 32º Painel de Biblioteconomia em Santa Catarina. O processo é todo realizado dentro da Revista da ACB e os autores devem seguir as normas de submissão da revista. Os interessados devem se cadastrar e submeter o trabalho na seção “Painel” no site:http://revista.acbsc.org.brEdital Painel 2014
Tema: Redes de conhecimento, mídias e sistemas de informação: inovação e colaboração.
Eixos:
Técnico Social
Políticas públicas. Mediação da informação. Letramento e competência em informação. Ações culturais.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Como checar o conteúdo divulgado em redes sociais


Acaba de sair a edição em português do Manual de Verificação (Verification Handbook), uma ferramenta poderosa para validar, certificar e utilizar relatos, fotos e vídeos compartilhados pelas pessoas na selva da internet e das redes sociais.
Gratuito e disponível em vários formatos, inclusive podendo ser lido online, direto no navegador, o Manual é produzido pelo Centro Europeu de Jornalismo (EJC) e foi lançado em inglês em fevereiro. A edição em português do Brasil é a primeira tradução oficial em outro idioma.

Bibliotecas têm papel essencial para estimular leitura no país


Texto de Christine Castilho Fontelles, socióloga e diretora de educação e cultura do Instituto Ecofuturo, sobre a importância da orientação para a leitura.

"Não entendi nada!". Um número expressivo de pessoas, jovens e adultos, vive cotidianamente este tormento de efeito paralisante diante de uma bula de remédio, de um trecho de texto jornalístico, do assunto de uma prova, de uma mensagem qualquer, uma opinião, um poema.
Não nascemos sabendo e nem gostando de ler, por isso é preciso educar para ler desde a primeira infância, ler gêneros diversificados, ler literatura. E, sim, a biblioteca é a casa do leitor e suas portas devem estar escancaradas para ele!
Afinal, pra que serve a biblioteca? A biblioteca pública aberta à comunidade é o lugar por excelência para termos acesso gratuito aos recursos e atendimento  para que possamos fazer nossas consultas, empréstimos, pesquisas e nos tornarmos leitores.
Educar para ler é uma missão que requer esforço, concentração e criatividade, principalmente em uma época com excesso de informações midiáticas e escassez de tempo, como a nossa. Logo, é fundamental que a biblioteca seja viva e se prepare para atrair e reter usuários com estratégias pensadas e sistematicamente ofertadas aos seus vários públicos: bebês, crianças, jovens, adultos.
Se alguém entra para ler jornal, por exemplo, pode ser cuidadosamente envolvido e convencido a testar outras leituras. Bibliotecas bacanas ficam subutilizadas muitas vezes porque falta este tipo de atendimento - conheci uma belíssima biblioteca-parque em Bogotá que passava os dias da semana praticamente vazia de público para tudo.
Como acontecia nas boas locadoras de "antigamente": tinha sempre um funcionário que nos apresentava aquele novo filme com aquele ator e aquele tema do nosso interesse e, dias depois, nos convencia a testar aquele filme com aquele ator que daquela vez fazia outro papel.
E lá íamos nós, saltitando entre comédia, drama, romance, ficção científica, cult, film noir. Testando palpites do cúmplice e aliado desta aventura cinematográfica.
Minha convicção é de que não há jornada leitora sem o apoio de um leitor, no caso, um bibliotecário leitor. Os humanos precisam uns dos outros para aprender e neste caso não é diferente, mas essencial. E isso está dito em qualquer pesquisa já realizada sobre comportamento leitor.
Deve ficar ao gosto e às possibilidades do leitor se será em suporte impresso ou digital: na Biblioteca de São Paulo (zona Norte da cidade), por exemplo, leitores digitais estão disponíveis para os usuários, mas por enquanto só podem ser usados dentro da própria biblioteca.
Em países da Europa e nos EUA já existem empresas como a Public Library Online, que disponibilizam acervo digital aos usuários de bibliotecas públicas, que podem baixá-los em seus próprios dispositivos eletrônicos.
O que precisamos é ler, ler, ler, como dizia Castro Alves: "Bendito o que semeia livros à mão cheia. E manda o povo pensar! O livro, caindo n'alma. É germe – que faz a palma, É chuva – que faz o mar!".

Infraestrutura
Acervo atraente e permanentemente atualizado, conforto térmico, iluminação adequada, atendimento cotidiano, incluindo à noite e em feriados são outros fatores determinantes para o seu bom desempenho.
A capacidade das bibliotecas de promover a leitura depende diretamente do uso que se faz delas. E o uso será cada vez mais intenso quanto melhor for a qualidade dos serviços prestados. E daí derivarão outros impactos.
A criação de uma rede de conectividade (internet banda larga) entre as bibliotecas é mais uma forma de promoção do intercâmbio de experiência e renovação do conhecimento. Sobretudo em um país como o nosso, com as proporções territoriais e diversidades, de modo a romper a defasagem que o isolamento geográfico inevitavelmente gera.
Até 2020 todas as escolas do país, públicas e privadas, devem ter uma biblioteca. E, sim, bibliotecas em escola, comprometidas com seu projeto pedagógico e preferencialmente abertas à comunidade, pois há rincões neste país, mesmo em centros urbanos como São Paulo ou Rio de Janeiro, onde a escola é a única possibilidade de contato com a educação e a cultura.
Além do que, é uma estratégia importante para aproximar as famílias na construção de cultura leitora, que é tarefa pra toda uma vida, e deve começar em casa já na primeira infância, quando as crianças ainda não sabem falar.
O professor leitor, auxiliado por uma bela biblioteca na escola, pode muito. Agora é lei, número 12.244/10: até 2020 todas as escolas do país, públicas e privadas, devem ter uma biblioteca.
É preciso reconhecer que a biblioteca é um espaço organizado para a convivência cotidiana com a leitura e que não existe um usuário ou leitor típico, e sim uma multiplicidade de usuários e leitores agindo em nome de necessidades, valores, hábitos e expectativas variáveis.
E a boa biblioteca é aquela que atende e surpreende seu público com ofertas de leituras igualmente variáveis e reveladoras, que coloca à sua disposição todos os recursos para permitir o desenvolvimento de uma leitura de mundo apurada, sensível, inovadora, que contribua para que aprenda a aprender como atuar, ser sujeito, cidadão e solidário num mundo em permanente transformação.



Fonte: UOL.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Projeto estabelece divulgação obrigatória de trabalho de conclusão de curso


Para evitar plágio e coibir a venda de monografias, projeto de lei altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) para determinar o caráter público de trabalhos acadêmicos de conclusão de curso superior. O PLS 199/2012, do senador Blairo Maggi (PR-MT), está pronto para ser votado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), em decisão terminativa.
A divulgação obrigatória, conforme a proposta, deverá ocorrer “após a devida avaliação e eventuais aperfeiçoamentos de seu autor, nos prazos estipulados nos regimentos das instituições de ensino”.

Regulação de e-books passa por fábricas de tablets no Brasil



O Ministério da Cultura deu aval para o parecer da deputada Fátima Bezerra (PT-RN) sobre o projeto de lei 4534/12 – de autoria do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) – que regulamenta a comercialização dos livros digitais no Brasil, o e-book e seus tablets leitores.
De olho no potencial mercado brasileiro, grandes fabricantes internacionais pressionaram o governo para obterem imunidade tributária permanente.

Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação é digitalizada


A FEBAB com a parceria da Scansystem Ltda digitalizou a coleção retrospectiva da Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação – RBBD.
Inicia-se agora a inclusão dos arquivos na plataforma e em breve esta importante publicação estará 100% em formato digital.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Workshop destaca Ciência da Informação Contemporânea


Estudantes e profissionais da área de Ciência da Informação podem se inscrever até 12 de agosto no III Workshop de Pesquisa em Ciência da Informação (WPCI). A terceira edição do evento tem como tema "Abordagens contemporâneas na Ciência da Informação" e será realizada entre 13 e 15 de agosto, no Departamento de Ciência da Informação, no Centro de Educação, Comunicação e Artes (CECA) da UEL. 


O evento busca incentivar estudantes a iniciarem ou aperfeiçoarem sua trajetória na pesquisa, contribuindo com o desenvolvimento do conhecimentocientífico e com o fortalecimento da área. 

As inscrições custam R$ 20,00 e podem ser feitas no site http://www.uel.br/eventos/cinf/index.php/wpci2014/wpci2014.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Cobrador monta biblioteca dentro de ônibus que circula na capital federal e empresta livros para passageiros


O interesse pela leitura do cobrador de ônibus Antônio da Conceição Ferreira, de 42 anos, começou em sua cidade natal Santa Luzia do Tide, no Maranhão. Desde pequeno, gostava de ler os jornais e folhetos que o pai levava para casa como embrulho de objetos. Morador de Sobradinho II (DF), há 11 anos ele transformou o gosto pela literatura no projeto Cultura no Ônibus, que empresta livros para passageiros da linha em que trabalha.  
— Dentro do ônibus não há atrativos para os passageiros, então vejo o livro forma de distração e de adquirir cultura.
Ele diz que começou o projeto com uma caixa de papelão em que guardava os livros no ônibus, assim que ele começou a trabalhar na linha circular de Sobradinho II e Plano Piloto em 2003. Hoje, o cobrador monta uma estante com cerca de 15 livros assim que começa o expediente no coletivo.